Blog do Sadovski

60 motivos para você ir ao cinema em 2017

Roberto Sadovski

01/01/2017 20h41

at the movies preview 2017

O ano terminou. 2016 pode ter demorado a engrenar mas, no fim das contas, rendeu uma penca de ótimos filmes. Agora é hora de olhar para o futuro e ver de que forma este 2017 pode surpreender. Dei uma espiada em tudo que deve estrear pelos próximos doze meses e salpiquei 60 títulos que, espera-se, podem render um bom espetáculo. Acho que em um ano a gente volta aqui e vê o que ficou e o que bombou. Pra facilitar sua vida, ainda separei o listão em algumas categorias espertas – mas prepare-se para o maior post que eu já fiz neste blog!

A ERA DOS SUPER-HEROIS

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Mulher-Maravilha; Homem-Aranha: De Volta ao Lar; Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell; Logan

Não adianta reclamar: a espinha dorsal do cinemão do novo século são os super-herois. Não importa se eles vem dos quadrinhos, de desenhos animados, de mangás, de brinquedos de montar. Este ano teremos mais uma dose caprichada de espetáculos com seres superpoderosos. Lego Batman: O Filme pega a melhor surpresa de Uma Aventura Lego (este já um filme cheio de surpresas) e joga os holofotes no Cavaleiro das Trevas, em uma aventura que busca devolver a inocência e o senso de aventura dos heróis do cinema para a petizada. A DC continua a expandir seu universo no cinema com Mulher-Maravilha e, no fim do ano, com Liga da Justiça. Dedos cruzados para ver se eles aprenderam com os erros do passado.

A concorrência, por sinal, vai bem, obrigado. A partir de 2017, a Marvel coloca três filmes no cinema a cada ano. O primeiro é Guardiões da Galáxia Vol. 2, que terá ainda mais a cara de seu diretor, James Gunn. Em seguida, Homem-Aranha: De Volta ao Lar traz Tom Holland como o Cabeça de Teia, ao lado de Robert Downey Jr. e contra Michael Keaton, que entra em cena como o Abutre. O ano fecha com Thor: Ragnarok, que tem um motivo gigante para, se bobear, se tornar o melhor filme da Marvel no cinema: o diretor Taika Waititi. Mas eu confesso que, dentre tudo com o selo da editora que chega ao cinema este ano, é Logan que me deixa mais curioso. Não faz parte do Universo Cinematográfico, e tem laços tênues até com o mundo dos X-Men. Mas a despedida de Hugh Jackman do personagem que lhe deu uma carreira promete ser melancólica, agridoce e violenta – tudo que não se espera de um filme de super-herois.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell traz um tipo diferente de super-heroina. Scarlett Johansson é Major, um ciborgue patrulhando a Tóquio do futuro, que encontra em um inimigo cibernético a resposta para sua verdadeira natureza. O filme de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é uma adaptação do mangá de Masamune Shirow, que por sua vez já havia gerado um anime em 1995, lançado por aqui como O Fantasma do Futuro. É também da Terra do Sol Nascente que vem Power Rangers, a versão americanizada das séries SuperSentai nipônicas. O novo filme, claro, ganha verniz do século 21 e uma história de origem que coloca cinco adolescentes enfrentando uma força alienígena liderada por Elizabeth Banks. Por falar em alienígenas, Michael Bay ainda tem mais uma aventura explosiva (literalmente) a caminho. Transformers: O Último Cavaleiro mistura os robôs mutantes, Rei Arthur, Segunda Guerra Mundial e Mark Wahlberg. Salve-se quem puder!

ASTROS: ELES AINDA EXISTEM!

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A Múmia; Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar; John Wick – Um Novo Dia Para Matar; A Grande Muralha

Acredite: houve uma época em que os astros mandavam em Hollywood. As coisas mudaram, filmes são cada vez mais associados a produtos, mas é inegável a força que alguns nomes ainda carregam. Veja o caso de Johnny Depp, que não emplaca um sucesso de verdade há alguns anos. Ainda assim, Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar deve arrastar multidões aos cinemas – e os diretores Joachim Rønning e Espen Sandberg (A Aventura de Kon-Tiki) podem trazer um novo sopro à série, agora com Javier Barden juntando-se aos suspeitos de sempre. Tom Cruise, por outro lado, é um astro consistente, e este ano ele ataca de duas formas: em A Múmia ele entra no jogo dos universos cinematográficos compartilhados, desta vez o dos Monstros da Universal (Russell Crowe será a cola de uma leva de filmes no papel do Dr. Henky Jekyll); já em American Made, Cruise faz a linha “ator sério”, como um piloto que, nos anos 80, carregava drogas para a CIA. Doug Liman (No Limite do Amanhã) dirige.

Keanu Reeves reencontrou em 2014 o rumo como um assassino de aluguel, o mesmo personagem que volta em John Wick – Um Novo Dia Para Matar, filme de ação que marca o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, seu parceiro em Matrix. Bright também traz um reencontro, desta vez de Will Smith com David Ayer, seu diretor em Esquadrão Suicida. O roteiro, de Max Landis (Poder Sem Limites), coloca Smith como um policial que tem como parceiro um orc (!), interpretado por Joel Edgerton, unidos contra uma força do mal. O tom de fantasia é o que guia A Grande Muralha, aventura épica de Zhang Yimou que coloca Matt Damon como um guerreiro às voltas com forças malignas (sério…) em torna da construção da (você acertou…) Grande Muralha da China. O filme já estreou por lá e, para nenhuma surpresa, já é um sucesso gigante, com 120 milhões de dólares em caixa.

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True Crimes; The Coldest City; Baywatch; The Circle

Por falar em sucesso, Dawyne Johnson lidera o elenco de Baywatch (ou S.O.S. Malibu, mas espero que não usem esse título aqui…), versão para o cinema da série que basicamente definiu os anos 90. Zac Efron está no elenco, mas eu quero mesmo ver pontas anabolizadas de David Hasselhoff e de Pamela Anderson. Jennifer Lawrence pretende repetir o êxito de Jogos Vorazes com Red Sparrow, mistura de thriller de espionagem e aventura romântica dirigida por Francis Lawrence, que a conduziu no encerramente da série milionária. Espionagem também dá o tom de The Coldest City, em que Charlize Theron é uma espiã britânica enviada a Berlim em meio à Guerra Fria para resgatar um parceiro – James McAvoy e Sofia Boutella engrossam o elenco. Jim Carrey, por sua vez, coloca os pés totalmente fora de sua zona de conforto em True Crimes, sobre o assassinato de um empresário. O tom sombrio é cortesia do diretor Alexandros Avranas, responsável pelo desconfortável Miss Violence.

Se cinema é espetáculo, Hugh Jackman interpreta o maior de todos os entertainers, P.T. Barnum, em The Greatest Showman – que é também seu primeiro filme pós-Wolverine. No elenco, Zac Efron, Recebba Ferguson e Michelle Williams. Brad Pitt (que está entrando em cartaz por aqui com Aliados) lidera o elenco de War Machine – que não tem nenhuma relação com o herói da Marvel interpretado por Don Cheadle, e sim é uma sátira à campanha militar americana para a Guerra do Afeganistão. Ao lado de Pitt, o jovem Emory Cohen (Brooklyn), ainda dando os passos para o estrelato. Já Emma Watson chegou neste patamar há tempos, e ela encara Tom Hanks e John Boyega no thriller de ficção científica The Circle, baseado no best seller de Dave Eggers sobre os perigos da vigilância desmedida, da falta de privacidade e da informação super veloz. E Colin Farrell encara a quase impossível tarefa de seguir os passos de Clint Eastwood em The Beguiled, refilmagem de O Estranho Que Nós Amamos, sobre um soldado aprisionado em um internato feminino.

SERÁ QUE CONTINUAÇÕES SÃO MAIS DO MESMO?

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Carros 3; Resident Evil 6: O Capítulo Final; Planeta dos Macacos: A Guerra; Velozes & Furiosos 8

Vin Diesel e cia. aceleram mais uma vez em Velozes & Furiosos 8, desta vez com o personagem de Vin pendendo para o Lado Negro da Força (Charlize Theron é o motivo, dá pra culpar o sujeito?). Por falar em malvados, Meu Malvado Favorito 3 coloca Gru e sua prole contra um vilão que parece saído dos anos 80 – e que tem a voz de Trey Parker, de South Park. Andy Serkis veste mais uma vez o traje de captura de movimento para dar vida a Caesar, protagonista símio de Planeta dos Macacos: A Guerra, que continua o ótimo reboot da série que quase caiu das tamancas no começo do século (Tim Burton, estamos de olho….).

Uma das grandes surpresas do cinemão recente foi ver Colin Firth como um espião britânico casca-grossa (e impecavelmente bem vestido) arrebentando geral. Kingsman: The Golden Circle o traz de volta, ao lado dos velhos conhecidos Taron Egerton e Mark Strong, em uma aventura que cruza o Atlântico e soma Channing Tatum, Julianne Moore, Jeff Bridges, Halle Berry e Elton John (!!) à mistura – Matthew Vaughn dirige mais uma vez. Quem aparentemente perde a direção é Relâmpago McQueen, que no primeiro teaser de Carros 3 parece se arrebentar na pista de corrida. Será que a Pixar finalmente vai me deixar interessado pela série? Interesse não é nenhum problema para me levar ao cinema e conferir Resident Evil 6: O Capítulo Final, que traz título auto-explicativo e é minha franquia (detesto esse nome) ruim favorita. Por falar em franquia (detesto esse nome), Dwayne Johnson lidera o elenco da continuação de Jumanji, com a esperança de adicionar vários capítulos à história iniciada duas décadas atrás por Robin Williams.

GRANDES DIRETORES TRABALHANDO

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Dunkirk; Blade Runner 2049; Alien: Covenant; T2 Trainspotting

Ao que parece, 2017 é o ano de Ridley Scott. Primeiro ele retoma o filme que o fez famoso com Alien: Covenant que, espera-se, nos fará esquecer do fiasco criativo chamado Prometheus. Desta vez, a tripulação de um cargueiro espacial pensa ter encontrado um planeta paradisíaco, mas o andróide David (Michael Fassbender) provavelmente tem outros planos. Blade Runner 2049 tem Scott na produção e na história, mas o cineasta deixou a condução da nova aventura do Caçador de Androides Deckard (Harrison Ford, duh) nas mãos mais que capazes de Denis Villeneuve (A Chegada). Ryan Gosling é o novo blade runner que precisa desvendar um novo mistério envolvendo replicantes homicidas…. e Ford.

Danny Boyle é sempre eclético e surpreendente. Ainda assim, a ideia de que em breve veremos T2 Trainspotting, com a gangue original de volta décadas depois, é para aplaudir de pé. Que gangue? Ah…. Ewan McGregor, Jonny Lee Miller, Ewen Bremner, Robert Carlyle…. e Kelly McDonald! Outro elenco de peso integra a nova adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente, que Kenneth Branagh está rodando, baseado no mistério de Agatha Christie: Johnny Depp, Daisy Ridley, Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Judi Dench, Derek Jacobi, Michael Peña e, claro, o próprio Branagh – já não fazem mais filmes assim, com um “e grande elenco” para acompanhar. Para fechar os “grandes elencos”, Christopher Nolan, um dos poucos cineastas que conseguem vender um projeto apenas com a força de seu nome, reuniu Tom Hardy, Cillian Murphy, Mark Rylance e (é sério!) Kenneth Branagh em Dunkirk, seu épico da Segunda Guerra Mundial. A pergunta que não quer calar: Harry Styles, do One Direction, sabe atuar?

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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas; Logan Lucky; The Snowman; The Lost City of Z

Vamos ser honestos: a última vez que Luc Besson foi realmente relevante como diretor, Bruce Willis ainda tinha cabelo. Por isso que seu retorno à fantasia de ficção científica em grande escala merece uma espiada. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas tem pedigree “moderno” (é a adaptação de uma série de quadrinhos), traz um casal em ascenção como protagonistas (Dane DeHaan e Cara Delevingne) e o filme que mais se aproxima da esbórnia visual relevado no trailer é…. O Quinto Elemento! Steven Soderbergh, que anunciara sua “aposentadoria” do cinema em 2013 com Terapia de Risco (ele fez Minha Vida com Liberace para a TV), não conseguiu ficar longe de um set. Logan Lucky coloca Daniel Craig, Channing Tatum e Adam Driver como irmãos que tentam dar um golpe e roubar uma bolada durante uma corrida Nascar. Se tiver o tom de Onze Homens e Um Segredo, jóia!

O grande James Gray (Era Uma Vez em Nova York) comanda Charlie Hunnam, Tom Holland e Robert Pattinson em The Lost City of Z, sobre um explorador que desapareceu em busca de uma cidade misteriosa na selva amazônica nos anos 20. O grande Tomas Alfredson (Deixe Ela Entrar, O Espião que Sabia Demais) comanda Michael Fassbender, Rebecca Ferguson e Val Kilmer em The Snowman, sobre um detetive que investiga a morte de uma mulher e a relação do crime com um… boneco de neve. O grande Alexander Payne (Os Descendentes, Nebraska) comanda Matt Damon, Kristen Wigg e Christoph Waltz em Downsizing, sobre um sujeito que percebe que sua vida poderia ser melhor se ele encolhesse. O grande Darren Aronofsky (Cisne Negro, Noé) dirige Jennifer Lawrence, Domhnall Gleeson, Javier Barden e Michelle Pfeiffer em Mother, sobre um casal que enfrenta uma crise com a chegada de visitantes inesperados em sua casa.

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Okja; A Cura; Rei Arthur – A Lenda da Espada; Baby Driver

Gore Verbinski se recupera do fracasso de O Cavaleiro Solitário voltando para o terror que o revelou em O Chamado: A Cura traz Dane DeHann como um executivo que chega a um “centro de bem estar” para buscar o diretor de sua empresa. Mas o tratamento no tal lugar, um spa nos alpes suíços, guarda um segredo aterrorizante. Já Baby Driver não traz grandes segredos: é Edgar Wright (Scott Pilgrim Vs. o Mundo) em sua mistura de cultura pop e roteiro esperto, juntando um elenco bacana (Jamie Foxx, Kevin Spacey, Joe Hamm, Ansel Elgort, Lily James) na história de um piloto de fugas enrolado com um chefão do crime. Joon Ho Bong (O Hospedeiro, Expresso do Amanhã) roda em Nova York a aventura Okja, sobre uma menina (Seo-Hyeon Ahn) determinada a impedir que uma multinacional coloque as mãos em seu melhor amigo, o animal imenso que batiza o filme. Jake Gyllenhaal, Lily Collins e Tilda Swinton completam o elenco)

Se Guy Ritchie conseguir com Rei Arthur – A Lenda da Espada a mesma energia, bom humor e sensibilidade moderna de seus Sherlock Holmes, pode contar com meu ingresso (ainda espero um dia ver a série em quadrinhos Camelot 3000 no cinema…). George Clooney volta para trás das câmeras pela primeira vez em três anos para a sátira Suburbicon. A trama, que traz Julianne Moore, Matt Damon, Oscar Isaac e Josh Brolin, um típico subúrbio americano dos anos 50 se torna palco de um crime, levando uma família de margarina em uma espiral de chantagem, traição e vingança. Já Steven Spielberg, que recentemente completou 70 anos, continua sendo o homem que mais trabalha em Hollywood. Enquanto toca a pós-produção de Jogador Número 1 (este só estreia em 2018), ele já planeja um novo filme ainda para este ano. The Kidnapping of Edgardo Mortara traz religião e política na história real de um garoto judeu que, após ser batizado na Itália de 1858, é arrancado de sua família para ser criado como católico. A luta para trazê-lo para casa se torna fundamental na queda do poder exercido até então pela igreja católica.

O MELHOR DO RESTO

  • O diretor de Jurassic World, Colin Trevorrow, diminui a escala em The Book of Henry, sobre uma mãe que cria, sozinha, um garoto prodígio (e não é um remake de Mentes Que Brilham!).
  • Vladimir Brichta é Bingo – O Rei das Manhãs, inspirado na vida de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo na TV nos anos 80. Daniel Rezende dirige.
  • Domhnall Gleeson e Margot Robbie estão em Goodbye Christopher Robin, biografia do criador do Ursinho Pooh com direção de Simon Curtis (Sete Dias com Marilyn).
  • Um dos monstros mais icônicos do cinema ganha uma aventura contemporânea em Kong: A Ilha da Caveira, que coloca Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson no caminho do macacão.
  • Vida traz Ryan Reynolds, Jake Gyllenhaal e Rebecca Ferguson como astronautas numa estação espacial que descobrem vida (…) em Marte. Mas nada é assim tão fácil…
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A Torre Negra; Goodbye Christopher Robin; Bingo – O Rei das Manhãs; Kong: A ilha da Caveira

  • Sério, não consegui assistir a Silêncio, de Scorsese, antes do fim de 2016. Mundo injusto…
  • James Franco continua em sua jornada rumo ao “planeta bizarro” com The Masterpiece, que ele dirige e atua como o igualmente bizarro Tommy Wiseau, responsável por The Room, um dos melhores piores filmes da história.
  • Depois de Ex_Machina, Alex Garland continua a mergulhar na ficção científica com Annihilation, em que um grupo de cientistas (Natalie Portman, Tessa Thompson e Oscar Isaac entre eles) sai em uma expedição na qual as leis naturais não se aplicam (seja lá que isso significar).
  • Coco é a Pixar em seu melhor, com um garoto de 12 anos desvendando um mistério secular que resulta em uma reunião de família inesperada.
  • A Disney aperfeiçoou o conceito de “máquina de fazer dinheiro”, que este ano atende por A Bela e a Fera, adaptação da animação de 1991 com Emma Watson como Belle, a mocinha que vai enxergar beleza em um monstro amaldiçoado.
  • De todas as obras de Stephen King, nenhuma chega perto do escopo e da ambição de A Torre Negra. Com Idris Elba à frente, a aventura equilibra terror, ficção científica, fantasia e western num pacote que, se funcionar, vai marcar o começo de uma nova série para o cinema.

E é isso! Se você chegou até aqui, pode preparar seu cardápio para aproveitar 2017 no cinema. Comente, diga o que te empolga, o que você mal pode esperar para assistir, e vamos esperar bons filmes pela frente!

AH, E TEM ISSO AQUI TAMBÉM!

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Feliz ano novo!

 

 

Sobre o autor

Roberto Sadovski é jornalista e crítico de cinema. Por mais de uma década, comandou a revista sobre cinema "SET". Colaborou com a revista inglesa "Empire", além das nacionais "Playboy", "GQ", "Monet", "VIP", "BillBoard", "Lola" e "Contigo". Também dirigiu a redação da revista "Sexy" e escreveu o eBook "Cem Filmes Para Ver e Rever... Sempre".

Sobre o blog

Cinema, entretenimento, cultura pop e bom humor dão o tom deste blog, que traz lançamentos, entrevistas e notícias sob um ponto de vista muito particular.

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